JASPI Rope Access
Cobertura de telha cerâmica de canudo lavada, vista do topo sobre a vizinhança
LAVAGEM DE TELHADOS

O musgo não é sujidade. É água parada em cima da telha.

Musgo e líquenes agarram-se à telha e retêm humidade contra ela, que deixa de secar entre chuvadas. A telha satura, o inverno abre-a por dentro e o que se solta acaba por entupir a caleira. Lavamos com pressão regulada ao estado do suporte, removemos o que está enraizado e recolhemos o resíduo antes de ele entrar no escoamento.

Visita técnica e orçamento sem compromisso. Respondemos em 24 horas úteis.

O que inclui o serviço

Levantamento prévio da cobertura: estado da telha, peças partidas ou deslocadas e zonas que não aguentam ser pisadas
Lavagem de toda a superfície da telha com pressão regulada ao estado do suporte
Remoção de musgo, líquenes, algas e sujidade agarrada nas juntas entre telhas
Proteção de claraboias, ventilações, painéis e vãos antes de entrar água
Desobstrução da caleira e do tubo de queda, onde o resíduo arrastado se acumula primeiro
Recolha do resíduo do telhado, do terraço e da zona ao nível do solo
Verificação do escoamento com água no fim dos trabalhos
Relatório fotográfico de antes e depois, água a água da cobertura
SINAIS

Quando o telhado já precisa de lavagem

O musgo não estraga a telha por estar lá. Estraga-a por segurar água contra ela. Cada tufo funciona como uma esponja que impede a superfície de secar, e é essa humidade permanente que abre a porosidade do barro e o faz estalar ao primeiro frio.

01Manchas verdes ou escuras a acompanhar as juntas entre as telhas
02Tufos de musgo visíveis do chão, sobretudo nas águas viradas a norte
03Telha que perdeu a cor: passou de terracota a castanho-acinzentado uniforme
04Caleira a transbordar ou tubo de queda a escoar devagar depois da chuva
05Vegetação a nascer na caleira, na chaminé ou no encontro com a platibanda
06Cobertura sombreada por árvores, com folha acumulada entre as fiadas
07Telhado sem lavagem há mais de cinco anos, ou sem registo de quando foi feita
PROCESSO

Como executamos

01

Levantamento e acesso

Percorremos a cobertura água a água e registamos o que lá está: telhas partidas, zonas que não aguentam carga, claraboias e pontos de ancoragem. É daqui que sai o orçamento e o plano de acesso.

02

Proteção e desobstrução

Protegemos claraboias, ventilações e vãos, e desimpedimos caleiras e tubos de queda antes de molhar seja o que for. Se a água não tiver por onde sair, o musgo que se solta vai entupir o que ainda estava a escoar.

03

Lavagem com pressão controlada

Trabalhamos de cima para baixo e no sentido da telha, com a pressão regulada ao estado do suporte. Pressão a mais parte telha e força as juntas; pressão a menos deixa a raiz do líquen agarrada e o verde volta na primeira estação húmida.

04

Recolha e verificação

Recolhemos o resíduo do telhado, da caleira e do solo, confirmamos o escoamento com água e percorremos a cobertura com o cliente. Entregamos o relatório fotográfico no fim.

EM OBRA

A cobertura, do primeiro ao último dia

Telhado de telha cerâmica de canudo com musgo e líquenes acumulados nas juntas antes da lavagem
Telha escurecida, com musgo instalado ao longo de todas as juntas
Técnico a lavar a telha com lança de máquina de pressão, visto de cima da cobertura
Lança aplicada no sentido da telha, com a pressão regulada ao suporte
Telha molhada já lavada com a lança em funcionamento e o terraço em baixo
A faixa lavada a avançar; o coroamento da platibanda ainda por tratar
Cobertura de telha cerâmica lavada, vista ao longo da cumeeira sobre a vizinhança
Cobertura concluída, com a telha a mostrar outra vez a cor de origem
OBRA

Moradia com telha cerâmica de canudo

A cobertura tinha musgo instalado em todas as juntas e líquenes agarrados à superfície da telha, com a cor já reduzida a um castanho uniforme. Foi lavada água a água, com a pressão regulada ao estado do barro, e as caleiras foram desobstruídas antes de a água de lavagem começar a correr.

Telhado de telha cerâmica de canudo com musgo e líquenes acumulados nas juntas antes da lavagem
ANTES
Antes: musgo ao longo das juntas e a telha sem cor
Telha cerâmica lavada, com o remate entre a cobertura e a platibanda já impermeabilizado
DEPOIS
Depois: telha lavada, com o remate da platibanda já tratado
Lavagem integral da coberturaTelha cerâmica de canudoAcesso por cordas, sem andaime

As duas fotografias são de águas diferentes da mesma cobertura — por isso o fundo não coincide. Não há aqui um par com o mesmo enquadramento, e preferimos dizê-lo a fingir o contrário.

Telhado a meio da lavagem, com a telha limpa de um lado e a camada escura de líquenes do outro
PRESSÃO CONTROLADA

A linha de lavagem diz o que estava lá.

Nesta fotografia veem-se as duas coisas ao mesmo tempo: à esquerda, a telha já lavada; à direita, a camada preta de líquenes agarrada à superfície e às juntas. Não é sujidade pousada, é matéria enraizada na porosidade do barro — e é ela que segura a água contra a telha durante o inverno inteiro.

Musgo e líquenes retêm humidade contra a telha e não a deixam secar entre chuvadas
A telha saturada absorve mais água, e o gelo abre-a a partir de dentro
O resíduo que se solta desce para a caleira: sem a desobstruir primeiro, a água transborda
Pressão excessiva parte telha e força as juntas — o dano custa mais do que a lavagem
Depois de lavada, a telha fica com a porosidade à vista: é o momento de hidrofugar
COMO TRABALHAMOS EM ALTURA

Ninguém anda em cima da telha sem estar preso.

Um telhado com musgo molhado é das superfícies mais escorregadias em que se pode trabalhar, e a telha cerâmica não foi feita para receber o peso de uma pessoa em qualquer ponto. O sistema é sempre de duas cordas com pontos de fixação independentes, e o apoio é distribuído pelas zonas que aguentam carga.

Corda de trabalho e corda de segurança, com pontos de fixação independentes
Técnicos certificados IRATA, com supervisor de nível 3 presente em obra
Plano de trabalhos, avaliação de risco e plano de resgate próprios da obra
Zona por baixo do beirado isolada, por causa da água e do resíduo que caem
Técnico com capacete, arnês e linha de vida em cima de uma cobertura de telha cerâmica
TRANSPARÊNCIA

Prazos e o que influencia o orçamento

Referência de prazo: a cobertura de uma moradia unifamiliar fica tipicamente lavada em 1 a 2 dias úteis. Num edifício de quatro a cinco pisos, contar com 2 a 4 dias, consoante o desenvolvimento da cobertura e o acesso. Se a lavagem for seguida de hidrofugante, acrescente um dia de secagem entre as duas fases.
FATORES DE ORÇAMENTO
Área da cobertura e número de águas, incluindo as que só se alcançam por corda
Grau de infestação: musgo enraizado leva mais passagens do que sujidade à superfície
Tipo e estado da telha, que determinam a pressão máxima que se pode usar
Metros de caleira e número de tubos de queda a desobstruir
Substituição de telhas partidas encontradas durante a lavagem
Aplicação de hidrofugante a seguir, se o cliente a incluir na mesma intervenção

Damos um valor preliminar a partir de fotografias e um orçamento fechado, discriminado por trabalhos, após visita técnica — sempre sem custo.

Serviços relacionados

Perguntas frequentes sobre lavagem de telhados

A máquina de pressão não parte a telha?

Parte, se for usada como se lava um pavimento. A pressão é regulada ao estado do barro e aplicada no sentido da telha, nunca por baixo da sobreposição, que é o gesto que levanta a peça e força a junta. Numa telha já muito degradada baixamos a pressão e aceitamos mais passagens — é mais lento e é mais barato do que repor telha partida.

Quanto tempo demora a lavagem de um telhado?

A cobertura de uma moradia fica tipicamente lavada em 1 a 2 dias úteis. Num edifício de quatro a cinco pisos, 2 a 4 dias, consoante o desenvolvimento da cobertura e o acesso. O prazo exato consta do orçamento.

O musgo volta a aparecer?

Volta, mais cedo ou mais tarde: a telha cerâmica é porosa e o clima faz o resto. Uma lavagem bem feita remove a raiz e não só o verde à superfície, o que atrasa bastante o regresso. Para travar mesmo, aplica-se hidrofugante depois da lavagem — sela a porosidade e deixa a água escorrer em vez de ficar retida.

Isto resolve uma infiltração?

Não necessariamente. A lavagem tira a matéria que retém água e desobstrui o escoamento, o que resolve muito transbordo de caleira. Mas se a água já entra por um remate aberto entre a telha e a platibanda, a chaminé ou a empena, o problema é de impermeabilização e trata-se à parte.

Usam produtos químicos?

Só quando o caso o justifica, e sempre com a envolvente protegida. A maior parte da lavagem é mecânica, com água à pressão certa. Quando o líquen está muito enraizado usa-se um tratamento específico, com tempo de atuação e enxaguamento — e dizemo-lo no orçamento, não à porta.

É preciso desocupar a casa ou o terraço?

Não. O trabalho decorre todo pelo exterior. Pedimos apenas que, nos dias indicados, se recolham estendais e mobiliário de terraço na zona por baixo dos trabalhos e que as janelas fiquem fechadas na água em intervenção.

Pode fazer-se em qualquer altura do ano?

A lavagem em si tolera bem tempo fresco, desde que não haja vento forte nem risco de gelo. O que exige tempo seco é o hidrofugante, que precisa da telha seca e de previsão limpa nas horas seguintes. Quando os dois serviços vão juntos, planeamos a obra para uma janela de bom tempo.

E se aparecerem telhas partidas?

Mostramo-las antes de as substituir. As peças partidas ou deslocadas ficam identificadas no levantamento e no relatório fotográfico, com o número e a localização; a substituição é orçamentada à parte e só avança com aprovação.

Envie fotografias do telhado e receba uma estimativa.

Com três ou quatro fotografias da cobertura, tiradas de uma janela alta ou do exterior, conseguimos dar um valor preliminar antes mesmo da visita técnica.

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